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A faixa “Deusa Inebriante” chega acompanhada por um videoclipe bastante conceitual, inspirado na estética do cinema dos anos 1920 e dirigido pelas lentes de Amine Chalita. Apoiada em um timbre vocal que evidencia e expande sua rouquidão, a artista transborda sagacidade ao criar espaço por meio do bolero para uma brincadeira com o ambíguo, oferecendo ao ouvinte a possibilidade de interpretar seus versos. Essa dualidade também se estende à escolha de uma estética preto e branca.