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Artist
Se o violão, a partir dos anos 60, tornou-se o instrumento maior da sonoridade característica do que se passou a chamar MPB, o ‘barzinho’ passou a ser o espaço onde músicos deste estilo buscavam o primeiro contato com a platéia. Ao mesmo tempo, funcionou como o depositário de um repertório hoje já cristalizado, e totalmente reconhecido, como ‘standards’. Qualquer um que quisesse ouvir (e cantar junto) aquela do Caetano, ou do Milton, do Djavan, quem sabe até do Geraldo poderia dar uma passada no bar mais próximo que certamente teria seu pedido atendido por um músico que, apenas com seu violão em punho, destilaria as canções atualmente identificadas como ‘de barzinho’. O cantor e violonista carioca Renato Vargas encontrou a fórmula para impulsionar sua carreira ao gravar ao vivo, só voz e violão, grandes clássicos da MPB, daqueles que todo mundo pede nos bares da vida. Como, "Sampa", "Anadança" e "Eu Sei Que Vou Te Amar", entre outros. A carreira do cantor Renato Vargas foi galgada a duras penas. Foram 25 anos tocando em barzinhos das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, até ser descoberto por uma gravadora fluminense e alavancar, desde então, o sucesso de seus CDs Som de Barzinho. Depois de 25 anos de carreira pelos barzinhos do Rio de Janeiro, Renato Vargas foi descoberto pela gravadora Deck. O cantor tocava no Domarius, em Copacabana, enquanto João Augusto e Pepe buscavam na vida noturna do Rio e São Paulo alguém que encabeçasse um projeto de regravação dos maiores

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