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Monstro. Robot. Monstro e Robot. Criatura e Máquina. Orgânico e Autómato. Passado e Futuro. Anti-humano e pós-humano. À partida, um monstro não escolhe o que quer ser, é vilão por necessidade, existe porque um herói precisa dele para se validar. E um robot é programado para tarefas específicas,não tem direito a dar opiniões...em teoria. Mas esta idade de opressão está prestes a terminar. Nasceu Monstro Robot, pronto a presidir o sindicato de defesa dos interesses das criaturas (celulares ou às peças) que têm sido ostracizadas, perseguidas, caçadas ou escravizadas. Bandos de seres extraordinários, julgados extintos, de origem desconhecida, mutantes e máquinas que ganharam vida manifestam-se nas ruas em sinal de apoio ao seu líder. Uma renovada esperança depositou-se entre esta estranha população quando Monstro Robot revelou que havia escolhido os seus porta-vozes. Três humanos com diferentes capacidades foram seleccionados. Stray, um espectador e apoiante que terá sido dos primeiros a juntar-se à causa destes seres, largando imediatamente a sua chávena,recebeu uma dádiva que permite aos restantes humanos perceber parcialmente a linguagem dos manifestantes,o Monstrês, de forma a melhor explicar verbalmente a sua causa. DarkSunn, um misterioso e algo obscuro compositor, foi recrutado para produzir os sons de marcha e pano sonoro para os protestos. Mais tarde, percebeu-se que terá sido a única pessoa no mundo a prever estes acontecimentos e que tal elo proveio da sua inata co