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ADORO BOLOS

Conan Osiris →
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about this album

Adoro Bolos é admirável no seu sincretismo, sim, e é impossível não mergulhar nas suas onze faixas sem identificar todos os ecos/ fragmentos de géneros que o povoam: dancehall e bollywood, fado e funaná, metal e hip hop, várias estirpes de eurodance, tarraxo, pós-dubstep — todas estas coordenadas são visitadas na deriva electrónica cozinhada no laboratório de Conan Osiris. MAS — e este é mesmo um grande “mas”… — tal como numa manta de retalhos, não é cada um dos “quadrados” que importa, mas o conjunto final que ganha uma nova dimensão “cromática” (no caso das mantas, aural aqui) quando tomado como um todo, indivisível. E, também como sucede com as referidas mantas, não há duas iguais: cada uma destas misturas se assume como única e irrepetível. No caso de Adoro Bolos o resultado final do cruzamento de todas as diferentes coordenadas, de todas as diferentes ideias musicais, rende um magnífico mural que é musicalmente vibrante precisamente porque parece colocar tudo no mesmo plano, sem subalternizar qualquer uma das suas marcas — nem o reggaeton, nem os assomos mais “xunga” de techno, nem os pormenores “aquizombados” ou “aciganados” são menorizados face aos elementos mais “sérios” de algumas linguagens mais próximas de uma ideia comum de “bom gosto”. Como na manta, todos os “retalhos” são importantes, todos ocupam idêntico espaço, todos são essenciais para o equilíbrio final do objecto. Não é para rir, é mesmo para “aquecer”. User-contributed text is available under the Creati

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